terça-feira, 26 de maio de 2009

Engano

Quem me contou essa foi uma amiga minha. Eu dei muita risada, pois isso nunca havia acontecido comigo e essa situação é realmente inesperada e constrangedora.
Estava ela no colégio esperando seus pais. Avistou o carro deles, entrou e fechou a porta. Tudo bem até aí, não tivesse ela entrado no carro errado. Que situação... Envergonhada, ela se desculpou e saiu apressadamente do carro. Se foi estranho pra ela, imagina pros pais que estavam ali. Devem ter pensado que se tratava de um assalto, de uma brincadeira, menos de um engano. A situação garantiu boas risadas para ela depois. Moral da história: cuidado antes de entrar no carro..... dos outros!!!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Do que você costuma rir?

Imagine só que inusitado: abordar as pessoas com uma câmera e um microfone e perguntar a elas por que elas estão rindo ou do que elas costumam rir. Quando alguém te aborda com um microfone, essa talvez seja a última pergunta esperada. Entre os motivos respondidos, as risadas e as besteiras que surgem entre amigos foram um dos mais citados. Também é motivo de riso as besteiras dos outros, rir da desgraça alheia. A própria situação inusitada causou riso entre os entrevistados, junto com a vergonha da câmera e de ser um alvo da repórter.

Sobre argentinos...

"Um francês, um inglês e um brasileiro estão no Louvre, diante de um quadro de Adão e Eva no paraíso.
Dizia o francês: - Olhem, como os dois são bonitos! Ele alta e magra, ele másculo e bem cuidado; devem ser franceses!
E o inglês: - Que nada, veja os olhos deles, frios, reservados... só podem ser ingleses!
Por fim, o brasileiro: - Discordo totalmente! Olhem bem... não têm roupas, não têm casa, só possuem uma maça para comer e ainda pensam que estão no paraíso. Só podem ser argentinos!"

Essa é apenas uma entre tantas outras piadas sobre argentinos. Coloquei-a aqui para fazer alusão ao texto sobre comicidade que nos mostra várias teses a respeito do riso e, entre elas, cito a que mais chamou minha atenção: "Por mais franco que o suponham, o riso esconde uma segunda intenção de entendimento, eu diria quase cumplicidade, com outros ridentes, reais ou imaginários. Muitos efeitos cômicos são intraduzíveis de uma língua para outra, sendo portanto relativos aos costumes e às idéias de uma sociedade em particular...". ("Da Comicidade em geral/ A comicidade das formas e a comicidade dos movimentos/ Força e expansão da Comicidade"; p.5).
Ou seja, piadinhas sobre argentinos geralmente são engraçadas porque escondem segundas intenções que só podem ser compreendidas por brasileiros. Usem a imaginação ;)

p.s.: Argentinos e simpatizantes, me desculpem... Mas preciso fazer bastantes postagens.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Estou rindo de prazer...

Pois é! E não é que a gente ri de pura alegria? A gente não ri só porque o outro caiu e se esfolou; porque  aquela bruaca peituda tomou aquele merecido pé na bunda; porque aquele inteligentíssimo tinha um pedaço de alface no dente. A gente não ri apenas da desgraça alheia, embora (por desgraça nossa) estejamos mais acostumados a isso, mais sintonizados com esse riso que tem lá seu quê de diabólico.

Ora vejam: a gente ri porque está feliz!!!! Pura e simplesmente... Meu sorriso está na minha cara porque (que absurdo!) estou achando o dia de hoje lindo e porque pude estar ao lado de pessoas igualmente lindas, lendo textos que muito enalteceram meu caráter (muitos até ouviram as palavras poéticas sopradas entre as folhas...). Sei. É cafona achar as coisas lindas... Mas já que a Samantha abriu a onda dos desabafos...

Lembrei-me desse riso de prazer quando vi as cenas da campanha da t-mobile. E me lembrei de que talvez o melhor dos risos não seja aquele de quem ri por último, mas de quem ri junto. E aquele de quem está junto não porque está contra alguém, mas a favor de todos. Essa é a verdadeira onda boa. E quem achar isso cafona, pode rir! Sozinho.....

Então... não sei o que fazer para colocar um video aqui....

http://www.youtube.com/watch?v=orukqxeWmM0

Podem rir, que eu rio junto!!!!

 

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Desabafo

Quem nunca se sentiu um “Alien” por muitas vezes não achar graça nas conversas entre amigos em que todos se divertiam menos você? Ou por ter dito “Não tenho orkut”? Vivemos sob pressão o tempo todo! Temos que ser bonzinhos, felizes, bonitos, bem-humorados e INFORMATIZADOS. Atualmente, se você não possui uma página na WEB deixa de ser interessante entre a galera. O engraçado é que ninguém pede o telefone, querem saber o ORKUT, MSN, EMAIL, FACEBOOK, MYSPACE etc.

Mesmo sem nenhum talento para postar em blogues e sendo sem graça estou aqui no “ridentes”. Espero que vocês se divirtam com as minhas postagens. Ou não, se levarmos em consideração o fato de que a minha querida professora – não é ironia-, é uma das leitoras e estaria esperando por esta postagem a muito tempo.

Ao ver o post “Ojeriza pelo novo” me identifiquei e percebi que sofro desse mal, pois assim como o personagem, que sente ojeriza por novidades e inovações tecnológicas, não me sinto nada confortável ao ter que usar esta “nova” ferramenta na área das comunicações. Ou seja, não gosto de despender horas acessando a internet, conversar por MSN, CHATS, fazer uso de BLOGUES e outros do meio multimídia. Apesar de pertencer à geração “Uhuuuu... somos informatizados”, prefiro me relacionar “TET a TET” tanto no âmbito profissional quanto no pessoal.

Portanto, deixo aqui o meu corajoso desabafo (Quem em plena era digital diria que não gosta de usar meios multimídia para se comunicar, hein?). E minha primeira postagem, na esperança de reverter as péssimas notas.

domingo, 17 de maio de 2009

antes tarde do que nunca!

Quando rir é mesmo o melhor remédio

Parece piada, mas é verdade: existe uma terapia relativamente nova que não só ajuda na cura de diversas doenças – fato cientificamente comprovado -, como faz as pessoas sentirem-se renovadas. A risoterapia, ou terapia do riso, é um método que ganhou fôlego nos anos 1960, nos Estados Unidos da América, com o médico Hunter Adams – o mesmo daquele filme Patch Adams. (Mas é também o nome de um grupo de Teatro, aparentemente).

Hoje, essa terapia é objeto de estudo no mundo todo e é também um meio para toda a área da saúde no tratamento de pacientes. Ela consiste de algo simples, mas tão simples, que chega a causar desconfiança: fazer as pessoas rirem.

Cientificamente, é comprovado que o riso traz inúmeros benefícios ao homem. Diminui o stress, impulsiona a criatividade, estimula alguns órgãos internos – como o coração -, ajuda na circulação sanguínea, estimula o sistema imunológico e ainda suaviza dores! E, claro, ele é divertido também.

Sorrir faz com que o cérebro da pessoa envie informações ao corpo para que sejam liberadas mais endorfinas no sistema circulatório – aquelas mesmas que o corpo libera quando a pessoa ingere chocolate ou faz exercícios físicos. Essas substâncias são já famosas por sua característica de acalmar o indivíduo, fazê-lo mais feliz e anestesiar dores. Por isso é tão bom comer chocolate, saímos felizes da academia e gostamos tanto de rir.

Sabendo das benesses do riso, psicólogos, médicos, psiquiatras, enfim, esses doidos do mundo inteiro resolveram criar uma terapia na qual as sessões fossem simplesmente focadas para fazer os pacientes rirem. Uma hora e meia apenas rindo e achando graça em tudo e muitos estavam curados depois de um tempo.

“Nossas atitudes são uma mera cristalização do que percebemos, sentimos e pensamos. Então, cuidar de tudo o que entra em nós, sejam os alimentos, percepções, sentimentos e pensamentos, é fazer uso de uma chave poderosa, o segredo do nosso sucesso”, é o que acha a química Conceição Trucom, que tem um grupo voltado para a risoterapia.

Segundo ela, que estuda o assunto, a terapia do riso é sutil, mas eficaz: durante o tempo em que os pacientes ficam na sala com o terapeuta, esquecem todos os problemas que possuam e apenas riem. Acham graça, são como crianças, bebês despreocupados que apenas gargalham. E Conceição ainda lembra que, etimologicamente falando, mesmo a palavra “desanimado” tem um sentido mais profundo: é alguém sem Anima, ou alma.

Mas essa terapia não consiste somente em “seções de humor” semanais. De acordo com a química, a risoterapia transforma as pessoas, fazendo-as enxergarem o mundo de forma diferente, mais otimista. Através do humor, os pacientes mudam suas percepções de mundo e destroem bloqueios psicológicos criados por uma sociedade cada vez mais mal-humorada e estressada.

Pessoas como Conceição, porém, levam a terapia do Riso para um lado mais esotérico. Existe sim essa corrente, que, dizem seus seguidores, começou na Índia com o Doutor Madan Kataria, e pode ser chamada também de Yoga do Riso. Mas há médicos mesmo (leia-se céticos) que acreditam no poder milagroso dessa risoterapia.

No Brasil, Eduardo Lambert, mineiro de Cambuí e clínico geral, é o maior expoente dessa terapia diferenciada. Para ele, não é que a anima seja deixada de lado nas sessões de tratamento, mas o importante mesmo é fazer as pessoas rirem e liberaram substâncias boas em seus corpos.

Quando alguém ri, movimenta mais de 400 músculos, oxigena os pulmões e ativa a circulação do sangue, entre outros benefícios. Isso, atrelado a outros tratamentos de pacientes com as mais diversas doenças, ajuda a agilizar a cura destas. Portanto, caracteriza o riso, de fato, como “o melhor remédio”.

“O simples esboçar de um sorriso, o riso ou uma gargalhada bem gostosa - e quanto mais intensa melhor - cria uma onda vibratória que propicia de imediato um relaxamento corporal que se estende para todo o corpo, dando uma sensação de bem-estar físico, mental e emocional. Protege ajudando a nos prevenir de várias enfermidades”, escreveu o Dr. Lambert.

Portanto, seja pela crença, seja pelo cientificismo, rir ajuda mesmo em tudo. Agora é só levantar da cadeira e filosofar sobre "o que é um pontinho vermelho em um castelo".

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Quinta q pariu



Coloquei aqui uma pequena amostra do que foi minha decepção ontem.

Fui ao teatro, não que eu estivesse louca de vontade de assistir a essa peça, mas me convidaram e resolvi aceitar, por um motivo: O título da peça não era tão mal assim: "Quinta q pariu" e pensei que daria pelo menos algumas risadas. Mas como já disse foi uma decepção.

Os atores eram bons mas o tema não colaborou. Ao invés da qualidade eles optaram pela quantidade, e foram inúmeras pequenas entradas e saídas como estas ao longo de toda a noite. Houve um ou outro enredo que durou pouco mais de 5 minutos, mas as piadas eram todas conhecidas dando pra contar nos dedos as "boas sacadas".

Mesmo assim a plateia dava muita risada. O que me faz pensar que pode ter algum leitor que compartilhe do mesmo espírito e acabe rindo disso.