domingo, 31 de maio de 2009

pela última vez...

bom, como eu tinha que postar pela última vez... acabei de fazer um achado sem fim! é o blogue de um cara aleatório que eu encontrei fuçando no twitter dele porque ele respondeu um "trending topic" daqueles! ele faz um monte de imagens engraçadinhas, mas é que essa é muito boa:



para quem achou bom, o link para o blogue é http://renfolio.blogspot.com/

ah, também lembrei do negócio do nosso flash mob, que a Paula tinha pensado! nosso blogue não é sobre o riso? tive uma ideia um tanto quanto absurda, mas flash mobs são absurdos! a gente divulga um dia do próximo semestre para que todas as pessoas se juntem ali naquele parque aonde tem as pistas de corrida da FEF. quando todos chegarem, um de nós, com um amplificador daqueles ou sei lá, dá o sinal para que todos comecem a rir. pode ser de forma forçada no começo, mas todo mundo sabe que quando você vê outra pessoa rindo, acaba achando graça uma hora! aí, depois de 5 minutos, todos param e voltam para aonde vieram - após outro sinal, claro. se for bem divulgado, acho que dá certo!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Riso bêbado

O riso bêbado é aquele que surge quando estamos numa bebdeira daquelas, num churrasco com os amigos ou numa tequilada, por exemplo. Não sei se foi cientificamente comprovado, mas, quando estamos sob o efeito do álcool, tendemos a ficar mais simpáticos, alegres e soltos. (Tem gente que fica violenta, mas melhor não citar nomes rsrs)

Daí facilmente vem o riso. A bebida tem o poder de deixar todos mais descontraídos e à vontade. Perdemos a noção de certos parâmetros e tendemos a achar tudo mais engraçado, por mais que às vezes certas situações não o sejam. O riso bêbado não é forçado, é uma risada gostosa e espontânea, melhor ainda se for com os amigos.

Beber com os amigos é muito bom, pois é certeza de muitas risadas e lembranças engraçadas. Afinal, quem não bebe não tem história. Quer dizer, muitas histórias boas e hilárias surgem num momento de bebedeira. No JUCA (Jogos de comunicação e artes), por exemplo...(se bem que o que acontece no JUCA, fica no JUCA). Rir com os amigos é o que há de melhor. Às vezes rimos tanto que chegamos a perder o fôlego. Quem nunca teve um ataque e ficou depois com a barriga ou as bochechas doendo? Ou então passou mal de tanto rir? É claro que isso é válido para qualquer situação de riso.

O uso da bebida em excesso pode causar situações constrangedoras. Tem gente que não vai se lembrar de ter dado um vexame ou de ter dito certas coisas. Afinal, como diria um grande amigo meu, a bebida entra e a verdade sai, ou "se eu não lembro, não fui eu que fiz". Cuidado com o que se diz, principalmente se houver muitas testemunhas e uma câmera filmando. Tem sempre um com uma maquina fotográfica pra capturar o seu pior momento bêbado. Registro de uma situação que, com certeza, garantirá futuras risadas, quando aquele churrasco ou festa for relembrado.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Já era!

Analisar um jornal voltado para as classes C e D de Campinas e região parecia, de início, uma missão relativamente simples. Mas devo admitir que algumas pedras apareceram no caminho, e a tarefa de escrever sobre o “Notícia Já”, jornal diário da Rede Anhanguera de Comunicação, foi bem mais difícil do que enfrentar a árdua leitura de páginas escritas com “linguagem popular”.

O primeiro problema apareceu antes mesmo de ter o jornal em mãos: é impossível encontrá-lo em qualquer banca de revistas da cidade. Os únicos pontos de venda são pessoas contratadas pela empresa para que penduram em seus ombros quilos e mais quilos do diário para vendê-los por ônibus circulares e bairros da periferia da cidade. Resumo da obra: eu teria de andar de circular às 7 da manhã para comprar o bendito!

Mas meu santo é forte. Ou pelo menos foi por um dia. Depois de vasculhar por algumas bancas, voltei desiludido para casa. Mas, lá aconteceu o milagre: a edição do dia do Já estava na mesa da cozinha, esperando pela minha chegada. Calma, não foi um milagre de verdade. O fato é que a empregada doméstica que trabalha na minha casa compra o jornal todos os dias na vinda para o trabalho. Não é que eu fui descobrir um estoque do bendito jornal em casa?

Bem, superado o problema inicial, me defrontei com outro logo nos segundos iniciais de leitura, quando li as chamadas de capa. Deixando toda a masculinidade de lado, levei um susto com a frase de destaque. “Samurai gay mata namorado com espada” era ela. Podem admitir, eu sei que se assustaram também. Não é só a retratação absolutamente esdrúxula dos personagens que assusta, mas também a violência do ato narrado. Depois chamam a Veja de sensacionalista.

Mas não parou por aí. A grande maioria das chamadas da capa falava de violência, estupros, seqüestros e assassinatos da mesma forma que a frase principal. Imaginem só se o Já existisse na época em que assassinaram o Kennedy: “ Retardado mental enfia bala na cabeça do presidente comedor de Mc Donald’s”. Lamentável. E as matérias seguiam nos mesmos moldes dos títulos: com caracterizações completamente desrespeitosas das fontes e uma linguagem muito próxima daquela que é falada pelo público alvo do veículo.

Já ouvi alguns elogios para esse jornal. Pessoas dizendo que ele está fazendo as “informações” chegarem a todas as classes. Eu acho que algumas pessoas confundem informações com carnificina e mulheres saradas.

Quase na mesma proporção da chamada principal, uma foto de uma modelo loira seminua ilustrava a capa. Em todas as edições uma bonitona é mostrada na primeira página. Faz parte de um projeto do jornal feito para fazer a informação chegar às classes baixas chamado “Gostosa do Dia”. Se tamanho de bumbum fosse quantidade de informação, eles deveriam ganhar o prêmio Pulitzer.

Mas e aquelas que não conseguem o título de gostosa da semana? Podem ficar tranqüilas, tem espaço para vocês também. É só mandar para o jornal uma foto de biquíni e segurando um guarda-chuva que vocês devem sair em uma das sessões: a previsão do tempo. É isso mesmo: todas as temperaturas e previsões ficam ao lado da mulher do tempo do dia.

É por isso que concordo quando dizem que brasileiro é criativo, malandro, dá seu “jeitinho” em tudo. Enquanto a educação brasileira não dá condições mínimas para alfabetizar a população e muito menos para formar leitores com algum senso crítico, alguns malandros brasileiros se aproveitam para adequar os veículos de comunicação às tendências do mercado.

É rir para não chorar.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Chorar... de rir

Na verdade, o post não será engraçado. Será, inclusive, uma reflexão, já que não sei mais como ser engraçada. Porém, antes de refletir, é preciso contar uma estorinha.

Ontem tive minha última aula de teatro do semestre. Durante 5 segundas-feiras convivi por pouco mais de duas horas com pessoas que não conhecia, simplesmente para me descontrair. A turma de teatro sempre foi a minha turma e esse tempo não foi perdido - ainda que eu tivesse que ficar ainda mais horas na faculdade. Aliás, seguramente, vivi os momentos em que mais me divertia na semana.

Quem já fez teatro sabe que as pessoas desse meio são meio surtadas. Sabe também que os exercícios são os mais ridículos e que os exemplos e histórias são super engraçados e sem-noção. Segundo meu professor, Edson Sena, em 80% dos casos isso acontece porque na arte existe apenas o drama e a comédia.

Eis que chego ao ponto ideal. Ontem, eu ri mais que todos os outros dias. Ri tanto, que chorei¹. E não fui só eu, não. Dos 20 alunos, acredito que metade não estava conseguindo respirar. É aí que me pergunto: por que precisamos chegar ao extremo oposto para expressar a intensidade de uma ação? Ou seja, por que dizemos que choramos de tanto rir e, quando estamos tristes (às vezes, ferrados), dizemos que rimos para não chorar?

¹ Só vou contar o motivo do riso, porque muitos são curiosos, mas já adianto que é aquele típico caso que só tem graça para quem presenciou.

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Era um exercício em que o professor põe na mesa vários objetos (os mais inimagináveis) e cada pessoa tem de ir na frente da sala, escolher um deles e inventar uma propaganda daquilo ali, na hora.

Eis que uma menina pegou uma coruja feita de porcelana e, empolgada na encenação, a jogou no chão, pensando que ela fosse de madeira. Sim, a coruja do professor quebrou em mil pedaços, a menina parou tudo que estava fazendo e entrou em pânico momentaneamente.

Todos morreram de rir da cara dela e da do professor, que, bem humorado, começou logo a zoar dizendo que não tinha problema, apesar de ser um objeto extremamente significativo para ele, já que pertencia à sua família há mais de dez gerações...

Engano

Quem me contou essa foi uma amiga minha. Eu dei muita risada, pois isso nunca havia acontecido comigo e essa situação é realmente inesperada e constrangedora.
Estava ela no colégio esperando seus pais. Avistou o carro deles, entrou e fechou a porta. Tudo bem até aí, não tivesse ela entrado no carro errado. Que situação... Envergonhada, ela se desculpou e saiu apressadamente do carro. Se foi estranho pra ela, imagina pros pais que estavam ali. Devem ter pensado que se tratava de um assalto, de uma brincadeira, menos de um engano. A situação garantiu boas risadas para ela depois. Moral da história: cuidado antes de entrar no carro..... dos outros!!!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Do que você costuma rir?

Imagine só que inusitado: abordar as pessoas com uma câmera e um microfone e perguntar a elas por que elas estão rindo ou do que elas costumam rir. Quando alguém te aborda com um microfone, essa talvez seja a última pergunta esperada. Entre os motivos respondidos, as risadas e as besteiras que surgem entre amigos foram um dos mais citados. Também é motivo de riso as besteiras dos outros, rir da desgraça alheia. A própria situação inusitada causou riso entre os entrevistados, junto com a vergonha da câmera e de ser um alvo da repórter.

Sobre argentinos...

"Um francês, um inglês e um brasileiro estão no Louvre, diante de um quadro de Adão e Eva no paraíso.
Dizia o francês: - Olhem, como os dois são bonitos! Ele alta e magra, ele másculo e bem cuidado; devem ser franceses!
E o inglês: - Que nada, veja os olhos deles, frios, reservados... só podem ser ingleses!
Por fim, o brasileiro: - Discordo totalmente! Olhem bem... não têm roupas, não têm casa, só possuem uma maça para comer e ainda pensam que estão no paraíso. Só podem ser argentinos!"

Essa é apenas uma entre tantas outras piadas sobre argentinos. Coloquei-a aqui para fazer alusão ao texto sobre comicidade que nos mostra várias teses a respeito do riso e, entre elas, cito a que mais chamou minha atenção: "Por mais franco que o suponham, o riso esconde uma segunda intenção de entendimento, eu diria quase cumplicidade, com outros ridentes, reais ou imaginários. Muitos efeitos cômicos são intraduzíveis de uma língua para outra, sendo portanto relativos aos costumes e às idéias de uma sociedade em particular...". ("Da Comicidade em geral/ A comicidade das formas e a comicidade dos movimentos/ Força e expansão da Comicidade"; p.5).
Ou seja, piadinhas sobre argentinos geralmente são engraçadas porque escondem segundas intenções que só podem ser compreendidas por brasileiros. Usem a imaginação ;)

p.s.: Argentinos e simpatizantes, me desculpem... Mas preciso fazer bastantes postagens.